Esposa confessa ter matado diretor da YOKI

elise yoki (Foto: Nilton Fukuda/AE)Mulher de empresário esquartejado chega para depor na sede do DHPP nesta quart (Foto: Nilton Fukuda/AE)

A bacharel em direito e técnica em enfermagem Elize Araújo Kitano Matsunaga, de 38 anos, confessou ter matado e esquartejado o empresário Marcos Kitano Matsunaga, de 42 anos, com quem era casada e tem uma filha. A informação foi confirmada por policiais do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). A polícia pediu a prorrogação da prisão temporária por 30 dias para a Justiça em Cotia.

Desde 11h desta quarta, ele é ouvida em São Paulo. Segundo a polícia, ela confessou ter atirado no marido e esquartejado o corpo. De acordo com o depoimento, ela informou ter feito tudo sozinha.

Elize disse aos policiais que atirou no marido dentro do apartamento do casal, levou o corpo para o quarto da empregada e fez lá o esquartejamento.

Além de Elize, que está sendo interrogada nesta quarta na sede do DHPP, na capital paulista, a polícia tenta identificar o detetive para que ele seja intimado a prestar depoimento sobre seu trabalho. Policiais informaram à equipe de reportagem que o profissional seguiu e vigiou o executivo e comprovou a infidelidade dele.

Fotos e relatórios sobre três supostas amantes foram enviadas para a bacharel. No computador da vítima, peritos da Polícia Técnico Científica identificaram acessos a sites de prostituição.

Também deverão prestar depoimento nesta quarta a empregada e a babá da filha do casal. As duas foram dispensadas por Elize horas antes do desaparecimento de Marcos no dia 19 de maio. Partes do corpo do executivo foram encontradas dentro sacos plásticos espalhados em uma área de mata em Cotia, na Grande São Paulo, no dia 27 do mês passado.

A polícia suspeita de crime passional, mas motivação financeira não está descartada. Segundo informou na terça-feira (5) o delegado Jorge Carrasco, diretor do DHPP, Elize é suspeita de assassinar o marido por ciúmes após descobrir a traição. Ela e a filha teriam direito a receber R$ 600 mil no caso de morte do empresário.

Também é apurado pela polícia se Elize teve a ajuda de alguém para se desfazer do corpo da vítima. Uma testemunha ligou para a Guarda Civil Municipal de Cotia afirmando que um motociclista estava jogando sacos por uma estrada. Dentro deles haviam membros humanos.

Em conversas com policiais, Elize negou o crime. A mulher, que teve a prisão temporária decretada pela Justiça, passou a primeira noite na cadeia de Itapevi, na Grande São Paulo. Por volta das 11h desta quarta, ela foi levada para o DHPP onde deve ser ouvida formalmente sobre o caso.

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